Ouço o meu coração a latir. Está tudo religiosamente em silêncio. Tudo é pálido, apesar do colorido artificial das paredes. Ouço a minha respiração ganhar ritmo. Os objectos movem-se como silhuetas embriagadas pelo teu cheiro que já quase nem paira no ar. Ouço-me demasiado. É hora de voltar. É hora de voltares.
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