Vejo-te
triste, pequena. Sentada no teu canto, cansada e triste. Vejo que ainda
guardas o brilho jovem dos teus olhos, mas não vejo a vitalidade do teu
sorriso nem dos teus passos.
Não oiço o trautear matinal a que me habituaste. Onde foste, que
voltaste triste? Quem te amarrotou ego? Quem te calou a alegria? Morres
lentamente, vítima de quem te usou, para agora te maltratar.
Vejo-te triste, pequena Democracia.
Vejo-te triste, pequena Democracia.
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