Há dias em que cansa pensar em branco e outros que em branco queremos pensar e não é possível.
Não sei como fazia antes: uma pomba voava, eu pensava e daí escrevia. Isto era ter mundo e flexibilidade no coco. Por onde fosse saiam letras e ideias avulsas. Tantas tantas... que chegava a acordar para escrever. Agora já não é assim.
Agora não é assim. Agora acordo em branco, em branco vou, em branco venho e em branco fico diante de qualquer papel em branco. Há dias em que cada suspiro ou passo largo é um titular digno de publicar e outros dias são dias em branco sem titulares, sem ideias.
Estranha forma de estar estar, mas não sei mudar isto...! Talvez esperar. Talvez volte. Talvez seja para sempre.
Não sei como fazia antes: uma pomba voava, eu pensava e daí escrevia. Isto era ter mundo e flexibilidade no coco. Por onde fosse saiam letras e ideias avulsas. Tantas tantas... que chegava a acordar para escrever. Agora já não é assim.
Agora não é assim. Agora acordo em branco, em branco vou, em branco venho e em branco fico diante de qualquer papel em branco. Há dias em que cada suspiro ou passo largo é um titular digno de publicar e outros dias são dias em branco sem titulares, sem ideias.
Estranha forma de estar estar, mas não sei mudar isto...! Talvez esperar. Talvez volte. Talvez seja para sempre.
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